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  • Rosa la Rose, Public Girl

    Rosa la Rose, Public Girl

    "Non-Russian readers do not realize two things: that not all Russians love Dostoevski as much as Americans do, and that most of those Russians who do, venerate him as a mystic and not as an artist. He was a prophet, a claptrap journalist and a slapdash comedian. I admit that some of his scenes, some of his tremendous, farcical rows are extraordinarily amusing. But his sensitive murderers and soulful prostitutes are not to be endured for one moment—by this reader anyway."

  • Day of Wrath

    Day of Wrath

    Duas etapas fundamentais a quem deseja corrigir o defeito da veneração supersticiosa, quanto aos clássicos, sobretudo os de uma arte que mal nasceu, a exemplo do cinema:

    “I believe that the phrase ‘obligatory reading’ is a contradiction in terms; reading should not be obligatory. Should we ever speak of 'obligatory pleasure'? Pleasure is not obligatory, pleasure is something we seek. 'Obligatory happiness'! [...] If a book bores you, leave it; don’t read it because it is famous, don’t read it…

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  • Parasite

    Parasite

    crítica social foda plot twistzinho melodrama vai repetindo e misturando uma coisa com a outra do jeito mais óbvio possível e o resto você deixa para os jornalistas e os demais arautos dos cacoetes da sensibilidade oficial que vão aplaudir essa bomba

  • 3 Women

    3 Women

    O humor excêntrico e em moldes salingerianos (i. e., boa parte da literatura americana do pós-guerra, em resumo) é de fato excelente e representa certa maneira inédita e bastante inventiva de narrar histórias; mas apenas no Salinger e, com um pouco de boa vontade de minha parte, em alguns de seus imitadores mais conhecidos. Torna-se defeituoso, contudo, no preciso momento em que passa a ser empregado pelo cineasta no final de uma década cujo léxico deliciosamente apelativo já começa a…