Favorite films

  • Vertigo
  • The Godfather
  • Rear Window

Recent activity

All
  • The Quartet

    ★★★★

  • Europe '51

    ★★★★★

  • Paisan

    ★★★★★

  • 7th Heaven

    ★★★★½

Recent reviews

More
  • Vertigo

    Vertigo

    This review may contain spoilers. I can handle the truth.

    Desprezado em seu lançamento e aclamado a longo prazo, Vertigo (1958) é, na minha opinião, uma das obras mais marcantes de Alfred Hitchcock, se não a mais marcante de sua filmografia. Ao nos contar uma história de amor, manipulação e obsessão neste longa de mistério, Hitchcock constrói uma experiência cinematográfica inesquecível.

    Na trama, acompanhamos o ex-detetive John ''Scottie'' Fergunson ( James Stewart), aposentado após um trauma que lhe causou acrofobia, um terrível medo de altura. Certo dia, um antigo amigo…

  • Rome, Open City

    Rome, Open City

    O neo-realismo italiano foi um movimento que se consagrou com a proposta de representar a condição humana e, consequentemente, as mazelas do povo italiano em um país devastado pela guerra. E pode-se dizer que ''Roma cidade aberta'' foi o marco inicial desse movimento, onde Rosselini imortaliza os personagens que resistiram ao nazifacismo.

    Durante a ocupação nazista em Roma no ano de 1944, o líder da resistência Giorgio Manfredi é procurado pela Gestapo. Enquantos seu amigo Francesco com sua noiva Pina…

Popular reviews

More
  • Her

    Her

    Em um futuro próximo, acompanhamos a vida de Theodore (Joaquin Phoenix), um escritor solitário e melancólico, que após seu divórcio, acaba se apaixonando por uma inteligência artificial, Samantha, com a voz de Scarlett Johansson.
    Algo que me chamou atenção no filme foi o quanto os personagens parecem reais, tanto no roteiro quanto nas atuações, até mesmo o computador parece uma pessoa de verdade. Toda essa atmosfera provável do filme, mesmo se tratando de um tipo de sci-fi, é muito interessante.…

  • In the Mood for Love

    In the Mood for Love

    Pode-se dizer que esta obra-prima do cinema de Hong-Kong é revolucionária no gênero do romance, talvez porque não haja um romance propriamente dito (Os personagens mal se tocam no decorrer do filme, não há beijo, não há carícia, não há palavras amorosas). Apenas há a sútil relação entre dois vizinhos que descobrem que foram traídos e, consequentemente, abandonados.
    E juntos, desenvolvem uma relação de paixão reprimida, de sentimentos contidos e proibidos, por pensarem estarem chegando perto do erro, da vida…